26 de julho de 2014

»Nicolau Flamel

Nicolas Flamel
Nos livros de J.K. Rowling, o famoso alquimista Nicolau Flamel, inventor e único possuidor da Pedra Filosofal, grande amigo de Dumbledore, com quem já realizou um trabalho alquímico junto, morreu decorrente à detruição da Pedra, que produzia o Elixir da Vida (imortalidade e ouro àquele que o bebe e ministra).

O Nicolau Flamel histórico nasceu nas cercanias de Paris, por volta de 1330, e tentou diversas carreiras – poeta, pintor, escrivão público – antes de se dedicar à astrologia. Segundo seu relato, em 1357, foi visitado em sonhos por um anjo que lhe mostrou um livro e disse: “Flamel, olhe este livro. Nem você, nem qualquer outro conseguirão entendê-lo, mas chegará o dia em que você verá nele algo que ninguém mais será capaz de ver.”. No dia seguinte ele encontrou o livro na barraca de um vendedor de livros de rua, por um preço baixíssimo, já que ninguém era capaz de lê-lo. Flamel decifrou o texto, que parecia ser um manual de transição de metais básicos em ouro. Infelizmente, as instruções pediam um ingrediente especial – uma Pedra Filosofal. Flamel tentou encontrar a misteriosa substância e, em 17 de janeiro de 1383, ele encontrou, de acordo com suas anotações.

Flamel alegou ter feito ouro apenas três vezes em sua vida e que isso era o suficiente para ele e a esposa viverem.

Durante os últimos anos de suas vidas, Flamel e Perenelle fundaram e sustentaram 14 hospitais, encomendaram monumentos religiosos, construíram capelas, pagaram pela manutenção de igrejas e cemitérios e fizeram doações generosas para órfãos e viúvas pobres.

Mas... Flamel realmente existiu?

Alguns fatores não deixam dúvidas: Nicholau Flamel existiu de verdade, assim como suas doações e boas ações (alguns dos monumentos que ele construiu duraram vários séculos), e a história de sua busca alquímica era uma ciência de verdade. No século XVII passou a se contar que, logo após sua morte, saqueadores invadiram sua casa e a reviraram em busca de ouro. Não encontrando nada, eles abriram o caixão do grande alquimista, esperando encontrar a Pedra. Em vez disso, encontraram o caixão vazio – nada de Pedra, nada de Flamel.

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